Metade dos Galaxy Note 7 “explosivos” já foram devolvidos nos Estados Unidos

A Samsung anunciou ontem (22) que metade dos Galaxy Note 7 que podem explodir já foram devolvidos pelos consumidores norte-americanos.

O problema das baterias “explosivas” do Galaxy Note 7 transformaram-se num grande fracasso para a empresa sul-coreana. Cerca de 50% dos dispositivos susceptíveis a explosões já foram devolvidos nos Estados Unidos, sendo que uma boa parte deles (90% das devoluções) foram trocados por versões seguras. Depois do fracasso, parece que a Samsung conseguiu, em parte, manter a confiança dos seus fiéis consumidores norte-americanos.

No entanto, certos problemas subsistem. A FAA, um órgão regulatório, avançou com a proibição da utilização do Galaxy Note 7 em aviões; nem nas bagagens eles podem ser colocados, aliás. Certas operadoras também não estão a facilitar a vida das pessoas que compraram esse gadget, dado que o processo das trocas está a esbarrar numa imensa burocracia e numa relativa confusão.

Já mais a norte, no Canadá, a Samsung vendeu cerca de 22 mil desses dispositivos com baterias perigosas, sendo que 70% dos quais já foram devolvidos. Aqueles que não querem, por múltiplas razões, substituir o gadget, estão à espera de uma atualização de software promovida pela gigante da tecnologia sul-coreana. Essa atualização impedirá o carregamento total da bateria, para garantir a segurança das unidades.

Este problema inesperado acarretou prejuízos efetivos para a Samsung, mas os danos na sua reputação de alta qualidade dos produtos parece não ter sido muito afetada. Os consumidores continuam a comprar produtos da empresa e parecem ter compreendido que, às vezes, nem tudo corre como se espera. A marca sul-coreana continua a elevar-se nas preferências dos consumidores em todo o mundo.

Imagem: Nehanda Radio


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