O que é a computação pervasiva

A computação pervasiva (também chamada de computação ubíqua, penetrante, difusa ou abrangente) é a tendência crescente para a incorporação de microprocessadores em objetos cotidianos para que eles possam comunicar informações.

Os dispositivos de computação abrangentes estão completamente conetados e constantemente disponíveis em praticamente todo o lado. Eles fazem parte do mundo moderno e a sua presença já é encarada como normal, enquanto que no início a computação ubíqua era vista como um enorme problema de privacidade.

A computação generalizada depende da convergência de tecnologias sem fio, eletrónica avançada e da Internet. O objetivo dos pesquisadores que trabalham em computação penetrante é criar produtos inteligentes que comuniquem entre si discretamente. Os produtos são conetados à Internet e os dados que geram são facilmente disponíveis.

Os defensores da privacidade estão preocupados com os aspetos da computação pervasiva — “o Big Brother está de olho em si” —, mas a partir de um ponto de vista prático, a maioria dos pesquisadores sente que vai melhorar a eficiência. Num discurso de 1996, Rick Belluzo, que era então vice-presidente executivo e gerente geral da Hewlett-Packard, comparava a computação difusa com a eletricidade. Ele descreveu isso como sendo “o palco em que consideramos a computação como certa, e onde apenas a percebemos pela sua ausência, em vez de pela sua presença”.

Um exemplo de aplicação prática da computação ubíqua é a substituição de medidores elétricos antigos por medidores inteligentes. No passado, os medidores elétricos deviam ser lidos manualmente por um representante da empresa. Os medidores inteligentes relatam o uso em tempo real pela Internet. Eles também podem notificar a empresa de energia quando há uma interrupção, reiniciar termostatos de acordo com as diretivas do proprietário, enviar mensagens para exibir unidades em casa e regular o aquecimento da água.

Imagem: Grupo Ômega


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