Lifeina, a Startup vencedora do concurso da Web Summit

A Startup chama-se Lifeina e começou em 2015 quando o neozelandês Uwe e o seu irmão, Olaf, que tem diabetes, estavam num hotel.
Na altura, e para surpresa dos dois irmãos não havia um frigorífico para a insulina de Olaf. Depois de tentarem arranjar uma solução num restaurante, o remédio acabou por ser congelado. A sorte foi encontrarem uma farmácia de serviço que resolveu o problema, mas foi a partir daí que os dois começaram a pensar numa situação para Olaf (e outros diabéticos) poder viajar sem ter este tipo de percalços.

Assim começou a Lifeina, que acabou por ganhar o concurso da Web Summit, sem ter conhecimento que havia prémio, “nem sabia que havia dinheiro, apenas achei que era uma coisa fixe para fazer”.

200 startups venderam as suas ideias no decorrer de várias eliminatórias. Contudo apenas uma poderia sair vencedora desta edição do evento tecnológico, e foi a Lifeina com o seu mini frigorífico portátil para guardar medicamentos, que levou para casa os 50 mil euros, que a Mercedes-Benz (patrocinadora do concurso) tinha para investir.

Foi entendido que o empreendedor fez um pitch perfeito. Disse que todas as caixas são feitas em França e ainda teve tempo para deixar o pormenor que são um pouco mais caras porque “recorrem a mão-de-obra de pessoas com deficiências para dar mais oportunidades de trabalho.
O produto está disponível em dois tipos de formato um grande e um pequeno, a bateria aguenta a temperatura necessária até 24 horas e é possível expandir até 36 horas. O objetivo é facilitar a vida das pessoas com diabetes, mas dá para todo o tipo de medicamentos e “também para pôr vodka”, gracejou Uwe Diegel.

Segundo o vencedor, a Lifeina escolheu a Web Summit por ser uma montra de produtos. “Nestes anos estamos a assistir a revolução tecnológica e isto é graças à Web Summit”.


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